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Casos De Sucesso Em Recuperação Judicial

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Sérgio Martins - Fundador da Profitage
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Recuperação Judicial tem como objetivo a reorganização econômica, financeira e administrativa de uma empresa, por parte da Justiça, para que não haja falência.

Quando é preciso passar por essa recuperação, quer dizer que a empresa está endividada e não consegue, de forma alguma, gerar qualquer tipo de lucro para pagar seus funcionários, seus fornecedores, os impostos e seus credores.

Esse tipo de negociação não é apenas de interesse do dono da empresa, ou dos donos, mas também de pessoas que fazem negócio com eles, aqueles com os quais a empresa está em dívida. E a recuperação é uma forma de garantia de pagamento, por conta dos créditos poderem ser recuperados e da manutenção dos empregos.

A Lei de Recuperação Judicial (Lei 11.101/2005), na maioria dos casos, demonstra sucesso quando aplicada. O seu principal objetivo é a recuperação financeira da empresa devedora, para manter a fonte de renda dos trabalhadores e o interesse dos credores.

Dessa forma, promove a preservação da empresa, o estímulo a atividade econômica e uma função social para a mesma.

Com isso, é de extrema importância ter uma empresa em quem confiar quando está passando por esse processo e que, acima de tudo, garanta que seja feito com sucesso, atingindo todas as expectativas dos tomadores de decisões e empreendedores.

É importante lembrar que esses processos levam anos para terminarem, então, empresas que estão agora em Recuperação Judicial só saberão o resultado em alguns anos, logo, o apoio de empresas do segmento que entendam sobre é muito necessário.

Se você está passando por esse momento e precisa de uma inspiração para seguir nesta empreitada, confira, abaixo, alguns casos de sucesso relacionados à Recuperação Judicial e comece já a acreditar que. É possível, sim, encontrar uma saída satisfatória e eficaz. Leia abaixo:

1 - Eucatex

A Eucatex, empresa que é controlada pela Maluf, fabrica produtos de madeira, tais como:

- Portas;

- Divisórias;

- Pisos laminados.

Teve sua Recuperação Judicial em 20005, em São Paulo, onde tem sua sede. A dívida da empresa chegava em R$ 485 milhões. Tendo seus principais credores o fundo de pensão Petros e os bancos Bradesco, Unibanco, Itaú BBA e Itaú.

Em 2007, a empresa teve seu plano aprovado e após encerrar esse processo, durante os seis primeiros meses, teve sua receita líquida em R$ 314 milhões, com lucro de R$ 17 milhões. No fim do ano, seu patrimônio líquido estava em R$ 548,2 milhões.

A Recuperação Judicial dessa empresa funcionou perfeitamente e fez com que eles se mantivessem no mercado, ajudando também a manter a renda dos funcionários que dependiam deles e a satisfazer todos os credores, parceiros etc.

2 - Grupo Rede

O plano de Recuperação Judicial dessa empresa foi apresentado no dia 5 de julho de 2013 e teve 74,93% dos seus créditos favoráveis. Eles têm, ao todo, 8 distribuidoras e essa recuperação foi importante para que elas reestabelecessem condições financeiras saudáveis. E a dívida era no valor de R$ 6 bilhões.

Eles trabalharam com uma equipe de 60 pessoas em um plano para apresentar à Aneel, empresa que ficou responsável pelo Grupo Rede durante a Recuperação Judicial , com o objetivo de colocar as distribuidoras em um mesmo nível de excelência operacional, tanto da própria Aneel quanto das empresas atuais do Grupo Energisa.

A ideia era promover uma grande revolução em relação à recuperação dessas empresas e, de fato, isso foi alcançado.

3 - Celpa

Em 2014, a empresa Centrais Elétricas do Pará (Celpa) teve seu processo de Recuperação Judicial encerrado. O problema havia sido iniciado devido a uma dívida de R$ 2 bilhões e à crescente dificuldade para renegociar os valores, fazendo com que os credores aprovassem o plano.

A concessionária, que atendia, na época, 143 municípios e mais de um milhão e meio de consumidores, chegou a precisar suspender os prazos para pagamento de ações de execuções. Contudo, ao fim de toda a saga judiciária, tudo se concluiu de forma positiva.

Para o juiz do caso, a organização poderia deixar de se identificar uma empresa “em Recuperação Judicial ”, uma vez que o processo já havia sido encerrado. Ademais, tanto os registros de comércio quanto os de serviços de proteção ao crédito seriam retificados, salientando que a questão estava sanada de uma vez por todas.

Em 2019, ainda, uma demonstração disso foi que o Governo do Estado assinou uma parceria inédita com a empresa, facilitando o acesso à Tarifa Social para aqueles que mais necessitam.

Vale lembrar, aliás, que a organização tem investido em projetos com cunhos sociais para “limpar a imagem” e garantir que o público valorize mais a marca, apesar de toda a polêmica passada.

4 - Kepler Weber

Com dívidas que somavam cerca de R$ 500 milhões, graças às construções realizadas em Campo Grande, a Kepler Weber se encontrou, em 2006, sem nenhum capital de giro, sem crédito e, principalmente, devendo seus fornecedores. A saída, por incrível que pareça, estava em solicitar a Recuperação Judicial e, acima de tudo, torcer pelo melhor.

No período, a empresa chegou a ficar uma média de 20 dias com suas ações impedidas de serem negociadas na bolsa de valores, o que contribuiu ainda mais para sua decadência e para o desespero dos tomadores de decisões.

No entanto, o que parecia um cenário assustador teve um final positivo. Em 2011 e 2012, a empresa teve altas anuais acima de 10% nos lucros líquidos. Além disso, no ano seguinte, a alta acumulada chegou a 140%, tudo isso 7 anos depois do que parecia ser o fim da organização.

Assim, a Kepler Weber mostra que é possível, sim, se reerguer, apesar das dificuldades e do quão extensa possa ser a dívida.

5 - Parmalat Brasil

A Parmalat é uma empresa italiana do ramo de produção de laticínios. Antes de recorrer a Recuperação Judicial , estava presente em 370 municípios. Em 10 de agosto de 2004, solicitou a concordata, por conta de uma crise mundial que se espalhou pelo grupo.

No ano seguinte, em 24 de junho, eles migraram para a Recuperação Judicial . E tiveram o plano aprovado em 22 de dezembro do mesmo ano, que era a emissão de debêntures e o aumento de capital. Foi preciso que fosse feita uma emissão das ações ao mercado de capitais. Dessa forma, promovendo a viabilização do processo de aumento do capital, a capitalização.

Em 7 de fevereiro de 2006, o plano de Recuperação Judicial terminou e foi concedido à Parmalat um dos experimentos mais diversos no Brasil, o que permitiu que a empresa continuasse no mercado econômico.

Na época, esta iniciativa, além de satisfazer todos os credores, também ajudou os funcionários e os que dependiam da empresa para manter a renda. Além de tudo, a crise econômica da Parmalat foi totalmente superada, por conta dos procedimentos que foram usados no plano de Recuperação Judicial .

Por exemplo, a emissão de ações capitalizadoras, a emissão de debêntures, que é um título representativo do crédito, a longo prazo. Também teve o arrendamento dos meios de produção para outras empresas, com o objetivo de arrecadar fundos de forma imediata para que cumprissem obrigação emergenciais.

A Parmalat também teve a permissão de manutenção de entidade produtora. E pelo trabalho de seus funcionários, que também foram mantidos, tiveram seus produtos de volta ao mercado, com bons preços – competitivos e geradores de lucro – e cumpriram todas as suas obrigações com os credores. Eles serviram como estímulo de atividade econômica, deixando todo o ramo da indústria de laticínios extremamente competitivo.

6 - Mangels

A fábrica de autopeças Mangels foi uma das poucas empresas a se enquadrar na estatística das que passam pela Recuperação Judicial com sucesso. Em crise, no ano de 2014, a organização solicitou o processo recuperatório sem esperanças de que poderia se reestruturar. No entanto, a situação estava a favor.

Cerca de três anos depois, o juiz decretou que a recuperação estava encerrada e a organização conseguiu renegociar a dívida de R$ 420 milhões, além de cortar custos e voltar a ter lucro, assim como era antes do curso de suas finanças ir por água abaixo.

Para tornar tudo ainda melhor, apesar do cenário econômico ser bastante adverso, a companhia ainda conseguiu finalizar o ano de 2016 acumulando um lucro de quase R$ 24 milhões, tendo uma alta de 132% em seu comparativo anual.

Dessa forma, a empresa completou seus noventa anos de existência com caixa positivo e mostrando que, sim, é possível dar a volta por cima, mesmo quando tudo parece perdido.

7 - Brandl

A empresa de estamparia de metais e solda de metais do ramo metalúrgico, Brandl do Brasil, teve seu processo de recuperação encerrado em 2018. Na época, a juíza da 1ª Vara Judicial Campina Grande do Sul/PR finalizou a questão alegando a Teoria do Fato Consumado.

Os problemas financeiros da organização haviam iniciado quatro anos antes. Contudo, a própria empresa divulgou uma nota, tempos após a decisão, informando que alcançara o sucesso através da “paixão pelo trabalho” e, mais, que tinham “grande satisfação em noticiar o encerramento”.

Com os prazos reconhecidos, ficou muito mais fácil seguir com o funcionamento e manter as equipes, realizando uma gestão sábia e produtiva. Vale lembrar, ainda, que a empresa completa 50 anos em 2020, e este já é um fato para se comemorar.

8 - Eternit

Como dito antes, a Recuperação Judicial demora um tempo, por isso, existem diversas empresas que ainda estão em processo. Algumas ainda não tiveram seu plano aceito, outras tiveram e já começaram a busca por essa recuperação. Uma dessas empresas que está passando por esse processo agora, é a Eternit.

Com R$ 350 milhões em dívidas, a Eternit pediu Recuperação Judicial e, mesmo ainda estando em processo, é considerada uma das principais possibilidades de sucesso da atualidade.

Isso porque, considerando o seu balanço e a forma como os seus débitos estavam, os bancos alegavam que ela teria condições o suficiente de pagarem o que deviam sem precisar entrar nesse processo.

Ainda assim, a protocolação deste pedido foi uma forma de resgatar a organização antes que as coisas se tornarem mais graves e que os recursos em caixa se exaurissem.

Dessa maneira, o objetivo da empresa é pagar o que está devendo, sem nenhum desconto, mas com um prazo mais extenso. Ademais, outra proposta é vender os ativos e, com isso, fechar o ano com um débito

O que a Eternit pretende é fazer o pagamento de suas dívidas, da ordem de R$ 350 milhões, sem nenhum desconto, apenas com um prazo mais dilatado. Ela propõe também vender ativos, uma vez que ao pedir a RJ ficou absolutamente sem linhas de créditos com os bancos e fornecedores.

Mas a operação da Eternit já tem mostrado força: a empresa deve fechar o ano com um EBITDA (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) positivo.

Se, de fato, esta expectativa positiva irá acontecer, é um mistério. Ainda assim, é inegável que a Eternit tem grandes possibilidades de se tornar um case a ser estudado no futuro, dado seu método de intervenção precoce e a forma como os tomadores de decisões estão lidando com o problema de cabeça erguida.

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