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Sérgio Martins - Fundador da Profitage
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Ao entrar com um pedido de recuperação judicial, a empresa pode ter grandes dificuldades em acessar créditos econômicos que as ajudem a reerguer os negócios.

Mesmo com mais de 10 anos em vigência, os artigos referentes a compra de créditos por empresas em recuperação judicial na Lei 11.101/05 passaram a ganhar um melhor destaque e atenção de instituições financeiras recentemente.

Saiba como a empresa em recuperação judicial pode conseguir os créditos necessários para começar a reinvestir em seu capital de giro e sair da crise econômica.

Compra de crédito em recuperação judicial.

Por não encontrar um respaldo nas instituições financeiras para obter créditos, empresas em recuperação judicial tendem a optar por operações de fusão e da venda de ativos para realizar sua readequação de recursos.

Esses passos são primordiais para que a empresa em questão possa ter as condições necessárias para a manutenção da sua fonte produtora, dos empregos gerados pela atividade e ainda cumprir com as obrigações necessárias de seus credores.

Sendo assim, a compra de crédito pode se dar por participação acionária e, conforme disposto no art. 67 da Lei de Recuperação de Empresas, os créditos podem ser em dinheiro ou em serviços e bens, como, por exemplo, o fornecimento da matéria-prima por parte dos novos acionistas para que o empreendimento volte a ser competitivo.

A compra de créditos em recuperação judicial é de extrema importância para que a empresa que esteja em tal situação não se veja totalmente desamparada financeiramente e tenha uma oportunidade de reconstruir seu capital de giro.

A Lei de Recuperação de Empresas também beneficia os credores que irão atuar como esses novos acionistas, uma vez que garante que serão pagos à medida que a empresa consiga ir quitando suas dívidas.

Por ter um respaldo e uma garantia de que irá receber, é vantagem para esses investidores realizarem a compra dos ativos de uma empresa em recuperação judicial, que além de mais barato, pode ter o vislumbre de um grande parceiro econômico futuramente.

Ainda contando com a Lei de Recuperação de Empresas, seu art. 66 também traz benefícios para que esses investidores comprem os ativos enquanto ainda rola a recuperação judicial, uma vez que o disposto prevê a possibilidade da empresa usar seus bens e direitos – desde que estejam classificados como ativos permanentes – para realizar alienações e oferecer como garantia em futuras extensões de crédito.

Vale ressaltar que a importância da lei é tamanha que a mesma encontra grande amparo na jurisprudência brasileira, tendo sido defendida até mesmo em processos analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o que pode servir como um grande chamativo e segurança para possíveis investidores estrangeiros.

O sucesso dos dispositivos da lei foi de grande importância, permitindo investimentos também das instituições financeiras, uma vez que ficou provada a efetividade dos retornos com a compra de crédito.

Sendo assim, é possível concluir que a compra de créditos em regime de recuperação judicial é uma grande garantia para investidores e agentes econômicos que estejam interessados em ampliar os valores dos ativos durante uma grave crise econômica da empresa.

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