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Sérgio Martins - Fundador da Profitage
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A maior arma para combater a crise é a consciência!

Saber em qual estágio de declínio sua empresa se encontra, serve para   identificar com que grau de urgência você precisa de ajuda!

Empresas em crise vêm buscando cada vez mais o apoio de consultorias especializadas em reestruturação ou “Turnaround”. Essa segunda é uma expressão em inglês que, literalmente, quer dizer virar para a direção oposta”.

Isso, no mundo dos negócios, significa mudar o rumo ou se recuperar de uma situação muito complicada. O Turnaround é uma Gestão Estratégica de Choque, que salva empresas do colapso a partir de ferramentas claras e decisões firmes.

Não se trata de filosofia, mas de padrões de comportamento, de fórmulas de desempenho e de operações financeiras específicas e determinadas que formam esse processo. Mas, antes de tudo, é importante deixar claro que não é qualquer empresa que está pronta para um Turnaround. A exemplo, podemos falar do quanto a Profitage é rígida na aplicação desse método.

Primeiro é importante que o gestor reconheça que a empresa está passando por uma crise e que será necessário rever certas atitudes. Somente a partir do momento que existe a consciência da crise e da necessidade de mudanças é possível se preparar, traçar metas e planos. 

Sempre compartilhando as diretrizes com os colaboradores, visando a união de todos para a superação do momento difícil.

Se forem vislumbradas condições de recuperar a empresa através de um Turnaround, a equipe especializada deve elaborar uma estratégia envolvendo os setores necessários da empresa e definirá um cronograma de ações, com ênfase em um novo fluxo de caixa.

Normalmente boa parte da causa da “crise” é a inércia. Gestores perdem um tempo valioso procurando colocar a culpa nos elementos externos ao no lugar de sair em busca de novas ideias e soluções para os problemas.

O mercado é implacável demais para permitir que algo sobreviva sem uma função clara, competitiva e uma gestão financeira cada vez mais eficiente. A luta pela manutenção de uma atividade parcial, ou mesmo capenga, deve ser um “tiro no pé” a médio ou longo prazo.

O conhecimento detalhado de todos os processos da empresa fará com que se saiba como e onde economizar:

  • Que produtos ou serviços são mais rentáveis? Quais gastos podem ser reduzidos?  

Assim, também definir as ferramentas financeiras usadas, como o fluxo de caixa projetado, que fornece informações sobre o fluxo financeiro atual e perspectivo para o futuro.

A Postura do Líder: Gestão Rígida com Indicadores Claros

Destaca-se ainda que o mercado é imprevisível. Portanto, não ser otimista demais em relação aos recebimentos é fundamental. Ser realista torna possível a busca de parceiros financeiros que possam ajudar a minimizar os riscos a longo prazo.

Há muitos indicadores de desempenho, físicos e financeiros. Os chamados KPI’s (Key Performance Indicators) servem para dar ritmo, economicidade e qualidade aos projetos. Em última instância, todos eles vão afetar os grandes indicadores, que são liquidez e rentabilidade.

Em um cenário com clientes cada dia mais exigentes e em meio a um mercado que cresce em competitividade, a produtividade, a qualidade e os baixos custos são essenciais para manter o negócio no azul. Entretanto, não é possível conquistar esses objetivos sem pensar na otimização da gestão empresarial de forma muito técnica e profissional.

Talvez não seja preciso fechar a empresa, mas precise reduzir custos de forma drástica. Embora essa possa parecer a visão de um empreendedor pessimista, se preparar para o pior é, na verdade, a visão de um gestor inteligente.

São várias as causas para um desempenho ruim nos negócios, desde erros internos, até complicações externas que fogem ao controle. Como o empresário lida com isso diz muito sobre a sua capacidade.

As vezes o diagnóstico apresentado por uma Gestão Especialista indica falta de recursos para dar andamento à reestruturação da empresa através do Turnaround. Se esse for o caso, ainda há outras alternativas para recuperar a empresa que podem ser analisadas.

Na nossa empresa, ao longo dos anos, trabalhamos com dezenas de empresas dos mais variados setores e portes. Decorrente disso, fomos naturalmente criando uma base interna de conhecimento sobre metodologias, ferramentas e principalmente sobre as melhores práticas em Gestão de Empresas em Crise.

Por esse motivo escrevemos tanto sobre esse assunto. Pela manutenção do mercado, para manter empresas longe da Falência, para estruturar a informação aos empresários. Batemos muito nessa tecla, um mercado bem informado é a chave para grandes mudanças!

 

Você Vai Se Surpreender Com As Oportunidades Que Temos Para Sua Empresa!