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Sérgio Martins - Fundador da Profitage
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O crédito empresarial é um instrumento importante, aplicado para facilitar ou viabilizar a realização de vendas de bens e serviços. É o responsável por grande parte dos resultados contabilizados nas empresas.

A concorrência acirrada incorre em estratégias competitivas, e, na busca pela alavancagem das vendas, a empresa introduz em suas práticas algumas modalidades de operações a prazo. Assim, para que a tomada de crédito empresarial contribua na entrada segura de recursos no caixa da empresa e a maximização da rentabilidade, é necessária a aplicação de ferramentas administrativas no processo decisório.

Uma medida inteligente é considerar os mecanismos dos cedentes de crédito empresarial, tanto para verificação interna da saúde da empresa, como para viabilização da tomada de crédito no mercado.

O conjunto dos “C’s” do crédito é uma ferramenta conhecida e testada, que auxilia na tomada de decisão de concessão de crédito, pois favorece a verificação e confirmação de fatores que interferem na proposta de crédito empresarial pretendida.

Alinhar-se com o seu credor e organizar a casa é essencial para o uso correto do crédito empresarial, de modo que quando a ferramenta for aplicada não se torne impedimento para a concessão.

Os “C’s” do Crédito

Os 5 C’s, se referem aos seguintes aspectos: caráter, capacidade, capital, colateral e condições, segundo as ideias de Lawrence Gitman, o renomado autor do livro Princípios de Administração Financeira.

Convém ressaltar que na administração financeira encontra-se também uma extensão dos C’s do crédito, que podem ser especificados como: conglomerado, consistência, comunicação, controle, concorrência, custos e caixa.

O entendimento de cada palavra é subjetivo, porém, no contexto da atividade, torna-se bastante objetivo e cabe ao credor fazer essa análise. É importante entender como ela é feita para que se possa administrar a ferramenta crédito empresarial de maneira correta.

Caráter

É o item mais relevante na análise de crédito empresarial. Analisa a integridade ética do pleiteador para saldar os compromissos assumidos. Uma forma de apurar esta característica é obter informações junto à bancos e cartórios de títulos e protestos e a partir daí tirar conclusões sobre a conduta do cliente no que diz respeito à pontualidade e permanência com que tem liquidado seus títulos e obrigações.

Além disso, colher informações complementares da empresa acerca da cultura, história, e relacionamento no mercado pode ser um diferencial que acrescentará valor na avaliação do caráter, segundo os autores mais respeitados no assunto. Portanto, manter essas características num formato positivo torna-se imprescindível para a obtenção do crédito empresarial.

Capacidade

A firme intenção de pagar de nada vale se o cliente não tiver capacidade para saldar seus compromissos financeiros. Para constatar esta potencialidade no caso de crédito para pessoa jurídica, serão analisados os índices de liquidez, endividamento, rentabilidade e principal a geração de caixa livre, muito falado em língua inglesa, o free cash flow.

Capital 

A variável capital consiste em especificar o comportamento das dívidas do cliente em comparação com seu capital próprio. Para empresas, avalia-se o nível de imobilizações em relação ao patrimônio líquido, o nível de investimentos em máquinas, equipamentos (capex) e tecnologias.

Colateral 

Procura averiguar a capacidade do cliente em oferecer garantias, isto é, espécie de segurança adicional, essencial à concessão do crédito, com o objetivo de diminuir o risco da operação. A garantia nunca deve ser o motivo para realizar o crédito e sim um reforço para compensar a fragilidade de um ou mais C’s.

Condições 

Este indicador está ligado aos fatores externos que podem de alguma forma prejudicar a capacidade do cliente honrar seus compromissos. Nas empresas, a sazonalidade dos produtos, o ambiente macroeconômico e setorial, a concorrência e a dependência em relação ao governo são alguns fatores que podem ser desfavoráveis ao retorno do crédito cedido.

Conglomerado

Refere-se à análise de todo o grupo empresarial – controlada, controladora, coligadas e interligadas e tem como finalidade a apuração da situação econômica financeira de toda a corporação.

Consistência

Busca comprovar a autenticidade dos dados coletados com o pretendente de crédito. A confirmação positiva proporciona segurança para a realização da operação.

Comunicação

Está relacionada à habilidade de obter, de forma ágil, informações relevantes.

Controle 

O acompanhamento e fiscalização do crédito ofertado, de maneira discreta e coerente, permitem que a empresa descubra e solucione variáveis relativas ao crédito antes do mesmo se tornar problemático.

Concorrência 

Conhecer e compreender a atividade econômica do cliente, produtos, tecnologia empregada e serviços prestados, possibilita a identificação de fatores de risco na qual a empresa solicitante está inserida.

Custos 

A estrutura dos custos variáveis e fixos demonstra o processo de formação da receita. O reconhecimento de como se dá a organização dos custos revela à empresa credora a probabilidade de auferir receitas capazes de liquidar os compromissos assumidos.

Caixa 

O caixa gerado pela empresa pretendente de crédito demonstra a consistência de uma boa gestão. A análise de fluxo de caixa é uma ferramenta gerencial que auxilia a evitar problemas de liquidez. Através de sua utilização é possível descrever como serão pagos os compromissos, como será produzido o caixa, quais políticas financeiras serão implementadas pela empresa e como planejar e administrar as fontes e necessidades de caixa.

Para que não ocorra uma má administração, o desempenho do fluxo de caixa de encaixes e desencaixes é essencial para a gestão de caixa. É fundamental visualizar o montante de recursos que irão sobrar ou faltar dentro do período de avaliação.

Para tanto, se faz necessária a montagem de um demonstrativo que apresente informações claras e de fácil entendimento. Normalmente, devem ser elaborados dois fluxos de caixa por período, sendo: o Fluxo de Caixa Planejado (ou projetado) e o Fluxo de Caixa Real.

A relação do fluxo de caixa com a análise financeira possibilita reconhecer o processo de circulação do dinheiro, a liquidez da empresa e as necessidades futuras de caixa.

É neste contexto que esta poderosa ferramenta assume um papel relevante no processo de análise de crédito. Independente do porte, toda empresa necessita de um caixa e através do exame desta ferramenta, verifica-se uma série de informações significativas, em especial, exatamente o quanto está disponível para ser entregue aos credores.

A escassez de caixa pode definir cortes de crédito, suspensão de entrega de mercadorias e má reputação junto a fornecedores e clientes.

Enfim, com a utilização do fluxo de caixa, as decisões de concessão de crédito estarão sustentadas em informações seguras, contribuindo para o alcance dos objetivos esperados.

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