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Sérgio Martins - Fundador da Profitage
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Cuidar das finanças pessoais é um dos grandes desafios para qualquer indivíduo. É necessária muita racionalidade no trato com o dinheiro, para que tudo possa se encaixar, evitando problemas e dívidas. Porém, a realidade é bem diferente para muitas pessoas.

As dívidas bancárias são muito comuns e, para conseguir sair desta situação, é preciso mais organização e planejamento. Para facilitar um pouco o entendimento da situação, falaremos um pouco mais sobre este tema. De que forma é possível trabalhar com a redução dos débitos? Como criar uma realidade mais saudável do ponto de vista financeiro?

Redução de dívidas bancárias

Como já foi dito, trabalhar para reduzir as dívidas requer um esforço grande, longo e contínuo. Se não houver capacidade de racionalizar a questão, o devedor acaba criando uma bola de neve, entre juros e valores que só aumentam. Considerando que a renda mensal não aumenta na mesma proporção, fica praticamente impossível honrar os compromissos. Portanto, o primeiro passo é ter a consciência de que o processo de pagamento e redução não será rápido.

Para facilitar a visualização por parte de nosso leitor, dividiremos algumas dicas abaixo em tópicos. Assim, será possível compreender de forma mais clara o passo a passo em busca de uma solução definitiva para o endividamento.

  1. Planejamento prévio: no momento de criar um plano para resolver o problema, é fundamental que o indivíduo crie um plano claro e realista de como fazê-lo. Calcular quais são as rendas mensais, quanto é possível pagar em um mês sem ficar apertado e, eventualmente, ter de recorrer a um novo empréstimo.

    Ou seja, o planejamento precisa ser extremamente realista. Não adianta contar com rendas que não sejam garantidas para pagamento de dívidas. No fim, se por alguma razão este dinheiro não entrar, o devedor está contra a parede novamente. Além disso, não adianta separar montantes muito altos, em termos de porcentagem da renda mensal.

    Afinal, todas as pessoas têm necessidades e gastos rotineiros: contas a pagar, gasolina para o carro, um pouco de lazer necessário para a qualidade de vida, etc. Logo, não adianta fazer um plano imaginando que todo o salário mensal pode ir para o pagamento dos débitos.

  2. Iniciativa na relação com o credor: outro passo importante para conseguir reduzir os débitos é ter proatividade no relacionamento com o credor. Embora o beneficiado seja ele, o devedor não precisa aceitar e permitir tudo, sob uma suposta inferioridade.

    É importante que o indivíduo tenha capacidade de negociação, apresente planos de pagamento ao recebedor. Para quem está esperando o dinheiro, muitas vezes vale mais a pena receber parcelado ou em condições mais amenas para o pagador, do que simplesmente ser irredutível e acabar deixando o caso se estender e, em muitas situações, parar na Justiça.

    Esta iniciativa passa por propor soluções como pagamento parcelado, renegociação de taxas de juros, entre outras formas de aliviar a vida de quem precisa desembolsar o valor da dívida. Inclusive, ao se mostrar disposto a pagar, mesmo que em novas condições, a pessoa que deve ganha o respeito do credor, que percebe a vontade de que a questão seja solucionada para os dois lados.

  3. Participação em eventos e pesquisa das condições: muitas instituições financeiras promovem eventos, como feiras, nos quais apresentam possibilidades de renegociação, disponibilizando profissionais do meio para darem dicas e apresentarem soluções alternativas para o problema.

    Estes encontros são bastante importantes para que os devedores entendam melhor seus direitos. Este tema é, muitas vezes, complexo e burocrático. Por isso, ainda que também seja importante a iniciativa e a criatividade, como citado no tópico acima, o indivíduo, muitas vezes, precisa de auxílio para entender as possibilidades e limites de sua atuação.

    Além disso, uma prática que se repete em vários momentos é a tomada de novos empréstimos para conseguir pagar débitos mais antigos e que estejam pressionando mais a realidade do devedor e de sua família. Neste caso, um ponto fundamental é realizar uma pesquisa de condições.

    Um dos erros mais cometidos no processo de tomada de empréstimos é pegar a primeira oferta e aceitá-la, com as condições impostas pela instituição fornecedora do crédito. Isso está longe de ser interessante na luta pela redução dos débitos bancários.

    O ideal é que o tomador do empréstimo tenha condições de pesquisar as melhores possibilidades e ofertas. É necessário ir a vários bancos e conhecer o que cada um tem a oferecer. Quais as taxas de juros, tempo para pagamento, etc. Tudo isso precisa ser colocado no papel e pensado antes da escolha definitiva.

    Para que isso seja possível, é preciso calma e paciência por parte do tomador do crédito. Se houver pressa ou desespero pela necessidade de conseguir o dinheiro para pagar contas ou bancar outros serviços básicos. Portanto, planejamento e equilíbrio mais uma vez se impõem em prol da capacidade de escolher a melhor oferta para que a dívida seja o menos sufocante possível.

  4. Disciplina para evitar novas dívidas: para finalizar, o último passo na busca pela redução do endividamento é justamente evitar, ao máximo, a criação de uma bola de neve. Se um débito foi contraído, é extremamente necessário que o indivíduo organize seu orçamento para conseguir adaptar à realidade a ele.

    Assim, é possível descartar novos créditos que transformem a situação em algo insustentável. Mantendo um equilíbrio nas finanças pós-tomada do empréstimo, a pessoa pode se estruturar e, após algum tempo, ter a receita necessária para pagar os débitos e zerar suas obrigações com as instituições financeiras.

    Além disso, em caso de reincidência no pedido de dinheiro para os bancos, cai-se em um nível de desconfiança que fará com que a empresa não aceite condições flexíveis, aumentando juros e diminuindo a capacidade de negociação. Logo, se endividar pela segunda vez será mais difícil do que na primeira.

    Estes são alguns pontos importantes a serem considerados na luta pela redução de dívidas bancárias. Sabemos que esta é uma realidade para muitos brasileiros, mas é fundamental que cada um tenha a lucidez e o conhecimento para saber negociar, entrar em acordos, encontrar boas soluções em diferentes instituições e, acima de tudo, evitar novos pedidos de dinheiro.

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